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sábado, 1 de junho de 2019

sexta-feira, 31 de maio de 2019

SAIAS



Berlim, por volta de 1920 - policiais “conferem” se as saias das mulheres "estão dentro dos padrões"! 

In “Projeto Memória”

sexta-feira, 24 de maio de 2019

domingo, 19 de maio de 2019

DIA DO MÉDICO


A moda de ir à praia começou como recomendação médica

“Chegava-se à praia pelas 8h. Os homens levavam fato e gravata e as mulheres vestido comprido. Dentro de uma “barraca de banhos”, com a ajuda do banheiro (salva-vidas) e da sua família, os cavalheiros vestiam uma camisola e calções de lã; as senhoras um vestido de cauda que tinham de arrastar pela areia até ao mar e depois no penoso regresso à barraca. Não se ficava de fato-de-banho fora do mar nem se apanhavam banhos de sol. As pessoas iam à praia apenas para tomar banhos de mar, com o objectivo de curar doenças como a anemia, a depressão e o raquitismo infantil. Funcionava como se fosse uma receita: os médicos definiam a duração da estadia junto ao mar e chegavam em alguns casos ao extremo de indicar o número de mergulhos por cada banho, consoante a idade, o sexo e as condições do doente – mulheres e crianças em Julho e Agosto, para não se sujeitarem a um estímulo tão forte; homens saudáveis no tempo mais frio para robustecer o organismo. O hábito de ir a praia começou na Inglaterra e em França a meio do século XVIII.”
Fonte Sábado

sexta-feira, 17 de maio de 2019

CHIADO TERRACE LISBOA





O poder das histórias! Anúncio de filmes do cinema Chiado Terrasse, em Lisboa.

In “Projeto Memória”

segunda-feira, 13 de maio de 2019

DIA DO AUTOMÓVEL


1899 - Quando o veículo mais rápido do mundo era eléctrico! 

sexta-feira, 10 de maio de 2019

Passeio Marítimo de Oeiras


O Passeio Marítimo de Oeiras é para andar e amar.

terça-feira, 7 de maio de 2019

MOTIVAÇÃO



O mundo está cheio de boas histórias esperando para serem contadas, inclusive no meio publicitário. No filme The Reader, da marca sul-africana de uísque Bell’s, a história gira em torno de um homem analfabeto, que acaba de comprar um livro e decide aprender a ler. Mas não é um livro qualquer – é um livro escrito pelo seu filho. E é essa a sua motivação. No filme acompanhamos a jornada de um pai para superar o seu analfabetismo e assim conseguir ler um livro escrito por seu filho.

In “Projeto Memória”

quarta-feira, 1 de maio de 2019

Época Balnear

Este mês abre a época balnear.
Há mar e mar,  há ir e voltar.

quinta-feira, 25 de abril de 2019

Maravilhosa Voz



Maria Elder

Uma jovem cheia de talento musical, com uma voz cristalina, belíssima para recordar sempre.
Desistiu prematuramente da sua carreira musical, por amor, mas continua a encantar com a sua voz maravilhosa aos 95 anos.
É a minha fantástica mãe, pois claro.

quarta-feira, 17 de abril de 2019

HARLEY & DAVIDSON




William Harley and Arthur Davidson, 1914

In “Projeto Memória”

sábado, 13 de abril de 2019

1961 Nasa



Nasa 1961
In “Projeto Memória”

sexta-feira, 12 de abril de 2019

Um pintor que muito admiro Vitor Lages

Vitor Lages um pintor que admiro, as suas obras são magníficas.
Aqui Igreja de Linda-a-Velha.

domingo, 7 de abril de 2019

FRASES SOLTAS




"A vida de uma pessoa não é o que lhe acontece, mas aquilo que recorda e a maneira como o recorda" 

Gabriel García Márquez (1927-2014)

domingo, 31 de março de 2019

PORCHE




O museu da Porsche, em Stuttgart, na Alemanha, resgatou o primeiro veículo projectado e construído por Ferdinand Porsche, fundador da marca. Lançado originalmente em 1898, o P1, tinha um motor eléctrico de 5 cv. Era possível chegar aos 35 km/h e rodar até 80 km com uma única carga. Ferdinand Porsche chegou a usar o P1 numa corrida, em 1899. Apesar de a metade dos participantes não terem chegado ao final, por dificuldades técnicas, o P1 saiu vitorioso, cruzando a linha de chegada 18 minutos à frente do segundo classificado.
O veículo estava num armazém, na Áustria, desde 1902.


In “Projeto Memória”

sexta-feira, 22 de março de 2019

Dois mundos



1968- Um encontro de dois "mundos" :)
In “Projeto Memória”

sexta-feira, 8 de março de 2019

VIAJAR



Sabia que somente a partir de 1969 (Decreto n.º 49317) as mulheres portuguesas puderam viajar para o estrangeiro sem autorização do marido?

quinta-feira, 7 de março de 2019

ACENDEDOR DE CANDEEIROS DE RUA


Acendedor de candeeiros de rua

Era uma profissão bem comum no passado! Antes das lâmpadas elétricas, a iluminação dos espaços públicos era feita com a ajuda destes profissionais que usavam longas varas para acender e apagar os candeeiros. 


In “Projeto Memória”

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

Dia Nacional de Luta Contra a Violência Doméstica 7 de Março




Sr. Primeiro Ministro explique a Portugal como é que depois de tantas queixas, depois de tantas mortes e depois de tantos e tantos casos que nem foi efectuada qualquer queixa ou qualquer referência, mas que sabemos que existem, que são reais, ainda se permite deixar, que a sua Ministra da Presidência, Mariana Vieira da Silva, faça o lançamento de um Dia Nacional de Luta Contra a Violência Doméstica?
Como é que a Assembleia da República, já na 5ª feira, 28 de Fevereiro, vai votar a aprovação do dia e pela alteração da lei ainda nada se fez, já percebi este ano temos eleições e urge assinalar já o 7 de Março de 2019.
Inacreditável o carácter de eleitoralismo desta medida.
Será que pensam que estamos adormecidos a pensar no horror que passam todas as vitimas deste flagelo?
Não, não, estamos definitivamente a dormir e garanto-lhe que esta medida vai gerar controvérsia.
Haja algum decoro, haja um pingo de humanidade, mas verdadeira, não aquela que serve apenas para fazer de conta que existe uma preocupação real com o problema.
Não precisamos do dia 7 de Março para nos lembrarmos que a violência doméstica está, aqui e ali, a despontar em cada porta porque, para o Estado, continua a ser um “fait divers”, um não crime para a lei, para a Justiça, para alguns juízes.
Há coisas imperiosas que se devem tratar antes dos dias 7 de Março que virão por aí, enquanto não se tratar do principal não vale a pena ir ao acessório.
Há que tratar de alterar a lei e as mentalidades, destacar e preparar a polícia, assistentes sociais e psicólogos, definir regras básicas para se julgarem casos desta índole, educar juízes de forma a que ouçam as vítimas e não as julguem, tirar de casa o agressor e deixar no seu lar os agredidos, aumentar as penas, criar mecanismos de protecção das vítimas. Ainda há tanto para fazer.
Não são precisos dias para nos lembrarmos do problema que assalta de forma violenta, quase diariamente, a nossa casa, por intermédio das notícias.
A não ser que a designação deste dia sirva para o Estado se lembrar, a toda a hora, que os anos vão passando e continuamos com uma legislação insuficiente, uma justiça injusta onde nos permitimos a ter juízes como Neto de Moura que dá a mão e a razão aos agressores ao invés de defender as vítimas, um país onde a lei é fraca e insuficiente.
E mais não digo, porque nada mais vale a pena dizer.

sábado, 23 de fevereiro de 2019

Zahra Khanom é Tadj-Saltaneh, dinastia Qajair

Curiosidades que apanhei








"A verdadeira história da princesa iraniana Qajair
Recentemente, diversas pessoas compartilharam parte da história da princesa iraniana Qajair que teve 145 pretendentes da alta nobreza e 13 deles tiraram a vida após sua rejeição. Provavelmente o que assustou a maioria das pessoas, é o fato de ela ter sido considerada o símbolo da perfeição e da beleza.





Mas a história dela vai muito além disso…
O nome da princesa é Zahra Khanom é Tadj-Saltaneh, pertencente à dinastia Qajair (ou Kayar, de acordo com várias traduções), família real iraniana de origem turca que estava no poder de 1785 até 1925, quando eles foram derrubados pela dinastia Pahlavi.








Entre 1848 e 1896 o rei do Irã foi Nasser al-Din e a princesa Zahra Khanom é Tadj-Saltaneh era uma de suas filhas, uma mulher revolucionária.

Embora casada teve quatro filhos como esperado para as mulheres de seu tempo, anos mais tarde, divorciada, algo impensável naqueles tempos e em uma sociedade como o Irã. Algum tempo depois, se tornou uma musa do poeta Aref Qazvini.


Zahra Khanom-Saltaneh Tadj lutou pelos direitos das mulheres, a criação da sociedade de liberdade das mulheres. Em adição, ela era pintora, escritora e uma das primeiras mulheres a usar roupas ocidentais no Irã.







Era uma mulher à frente de seu tempo, uma feminista e é estudada por pesquisadores do mundo todo que querem compreender a sua figura e o impacto que ela gerou e ainda gera na história."