domingo, 10 de fevereiro de 2019

Inauguração Monumento Carnaval de Torres Vedras


Este ano não fomos mas estamos sempre atentos. Ontem foi inaugurado o monumento do Carnaval de Torres Vedras.

In site oficial do Carnaval de Torres Vedras

"Milhares de foliões na inauguração do Monumento ao Carnaval de Torres Vedras
O programa do Carnaval de Torres Vedras arrancou oficialmente, este sábado, com a inauguração do Monumento ao Carnaval. A Praça da República não foi suficiente para acolher os milhares de foliões, que não quiseram perder a inauguração da obra que se intitula "Grande Galo, Zé". Recordando que "Made in Portugal" é o tema desta edição do Carnaval, Bruno Melo, da Gravity Balance - empresa responsável pela conceção do monumento -, explicou que a presença do Galo de Barcelos era "obrigatória" enquanto apresentava as diversas figuras que o acompanham.

Carlos Bernardes, presidente da Câmara Municipal de Torres Vedras, aproveitou a oportunidade para "agradecer, acima de tudo, aos nossos patrocinadores, às nossas associações carnavalescas e às nossas empresas que fazem o Carnaval mais português de Portugal." Depois de saudar os foliões, Carlos Bernardes aproveitou a ocasião para homenagear Luís Correia, mais conhecido pelos torrienses como Corneta. O Carnaval de Torres Vedras conta, a partir de agora, com mais um cabeçudo, que representa aquela que é uma das suas "matrafonas" mais características.

A apresentação esteve a cargo de "Vasco Santana", que chamou ao palco uma comitiva de Sannio, região italiana que recebeu a distinção de "Cidade Europeia do Vinho 2019", sucedendo a Torres Vedras e Alenquer. Além de Floriano Panza, presidente da Câmara de Guardia Sanframondi, passaram ainda pelo palco José Calixto, presidente da Rede Europeia das Cidades do Vinho, e Pedro Folgado, presidente da Câmara Municipal de Alenquer, que brindaram com o vinho oficial do Carnaval de Torres Vedras 2019, produzido pela AdegaMãe.

A multidão de foliões assistiu, ainda, à passagem de testemunho do anterior para o atual Rei do Carnaval. Ricardo Miranda chegou de mota e subiu ao palco para entregar o "corno real" a António Miranda, chanceler da Real Confraria do Carnaval de Torres, que o havia de confiar a Fernando Martins. Depois de deixar algumas palavras ao seu antecessor, "cuja dedicação e alegria muito nos orgulha", o novo monarca fez o primeiro convite do seu período de reinado: "Convido o primeiro-ministro de Portugal a vir a Torres Vedras entre os dias 1 e 6 de março. Não há outro local em Portugal onde se sentirá tão bem."

O lançamento da "primeira pedra" do Carnaval de Torres Vedras ficou marcada pelo ritmo dos grupos Ribombar e O.S.G.A., a que se juntaram os vários grupos e associações carnavalescas, já vestidos "a rigor" para o Carnaval "mais português de Portugal".

Ovomaltine

Ontem fui à Decatlon comprar equipamento de fitness para as minhas idas ao ginásio que vão começar esta semana.
Objectivo perder pelo menos 5kg e iniciar um novo ciclo na minha vida.
Sempre que vou à Decatlon é dia de asneira e ontem não escapei.
Naquelas "malditas" linhas de caixa está sempre a mais deliciosa das tentações, ainda por cima só há
em pack de 5.
ADORO.

sábado, 9 de fevereiro de 2019

Violência doméstica - São 9


Portugal
São 9 as mulheres que morreram às mãos dos seus maridos, namorados, companheiros, aqueles que supostamente lhes deviam dar amor, carinho, atenção, e outras tantas que conseguiram escapar, tudo isto aconteceu em pouco mais de um mês deste novo ano de 2019.
É triste, mas é verdade, que a cada dia que passa estes números entram pelas nossas casas violando as nossas consciências.
Entram também na casa de inúmeras mulheres que sofrem de violência doméstica e que nada fazem porque têm MEDO.
MEDO de serem incompreendidas, de serem assassinadas e vivem eternamente amordaçadas até que um dia se possam libertar, quando ganham coragem, quando transformam a palavra medo em Mais Energia para Dobrar Obstáculos, ou quando se libertam no fim de linha da sua vida assassinadas como tantos e tantos casos a que vamos assistindo.
As relações são feitas de boas partilhas, amor, companheirismo, cedência, carinho e tantas coisas boas que nos ajudam a superar todos os momentos da vida, o resto não são relações são submissões, abusos de autoridade, violência … morte.
O mais chocante é que muitos jovens aprovam este tipo de relações nos seus namoros e aceitam desde muito cedo esta submissão a situações desumanas.
A missão de um pai e de uma mãe é precisamente estarem atentos e alertarem e libertarem os seus filhos deste tipo de situações.
A missão dos filhos é de avisarem os pais que estão atentos e que não admitem que casos de violência doméstica ocorram debaixo do seu tecto.
A missão de todos pais, filhos, amigos, colegas de trabalho, vizinhos, a sociedade é estarem alerta e denunciarem qualquer caso de violência doméstica.
A violência doméstica é um crime público é nossa obrigação denunciar.
São inúmeros os casos de morte por violência doméstica que estavam sinalizados pela polícia.
Desengane-se quem pensa que tudo faz pelos filhos, para que tenham uma família tradicional de mãe e pai ou padrasto, é preferível educar um filho sozinho do que oferecer-lhe diariamente um trauma que lhe fica gravado para sempre no coração e que lhe tatua a alma com um desenho de horror e medo.
Quem passa por um trauma destes muito dificilmente volta a ficar bem. O medo instala-se no subconsciente e é muito complicado assistir a situações de violência.
Hoje as vitimas têm mais condições para apresentarem as suas queixas, mas, ainda assim, grande parte dos casos extremos de violência doméstica estão sinalizados, mas ainda há quem morra.
Onde é que andamos a falhar?
TODOS, polícia, famílias, vizinhos, a sociedade, sim como é possível que falhemos todos?
Falta-nos formação, sim desde os bancos da escola e não venham dizer que não se deve falar disto com as crianças, quando todos sabemos que muitas crianças calam os seus gritos amordaçados pela violência doméstica, vivem-na, sem quererem apenas porque são obrigados a suportar um ambiente que não deviam conhecer. Se houvesse formação sentiam-se livre para soltar os seus gritos de alerta e quiçá salvariam as suas mães.

Só em 2019, foram nove as mulheres, sim 9 mulheres.
Em 2017, 85% das denuncias não seguiram para acusação.
Quantas mais mortes precisamos para implementarmos medidas de fundo?
O que nos falta saber para as conseguirmos proteger?
O que é necessário fazer para que juízes como alguns que conhecemos, não inflijam sentenças atentatório da hora de uma mulher violentada, apoiando os agressores?
Quando é que os nossos deputados ganham coragem para proteger as mulheres alterando o enquadramento legal e punindo severamente quem protege os agressores?
Quantas crianças terão de sofrer ainda mais?
Quantas mais crianças irão morrer?
Quantas mulheres se irão calar?
Vamos nós assistir impávidos e serenos ao aumento do número de óbitos?
Volto a lembrar é nossa obrigação denunciar. A Violência doméstica é um crime público.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

Presentes que adoro

Receber presentes é sempre bom mas há aqueles que superam todos os outros.
Ler é sempre o melhor remédio.


Crepes Dentelle - Pingo Doce

Comemos e achámos excelente

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

Fitness Hut


Depois de anos e anos e anos a dizer que ia acontecer, aconteceu.
Há dias que tomas boas decisões e que te sentes orgulhosa da tua determinação.
Hoje foi o dia.
A partir da próxima 4ª feira começo a fazer parte da comunidade Fitness Hut.
Depois de reforçar a parte muscular vou, finalmente, depois do acidente de trabalho de 2016, recomeçar a prática de exercício físico.
Espero, com a ajuda da nutricionista do ginásio continuar a perder peso rumo ao meu objectivo que só faltam menos de 5 kg, mas acima de tudo conquistar mais e melhor saúde.




BENZ



Em 1886 Karl Benz montou e obteve a patente do “Patent-Motorwagen”. Mas o veículo não se converteu num sucesso imediato quando foi lançado, a 3 de Julho de 1886. Faltava um algo a mais, que se materializou dois anos depois, pelas mãos e pés de sua mulher Bertha Benz. No dia 5 de Agosto de 1888, nas primeiras horas da manhã, a esposa de Karl, juntamente com os filhos Richard e Eugen, de 14 e 15 anos, respectivamente, sem avisar o marido e as autoridades locais , decidiu conduzir o veículo numa intrépida aventura de 104 quilómetros até à casa da sua mãe. 
A ideia de Bertha era mostrar ao mundo a funcionalidade do automóvel. E apesar de não ser nada fácil, com base nos seus relatos após a volta da viagem, Benz fez melhorias no carro. 





In “Projeto Memória”