terça-feira, 19 de março de 2019

Dia do pai


O nosso aplauso a todos os pais dignos desse nome a todas as mães que também souberam ser pais.

domingo, 17 de março de 2019

Acidente automóvel - relato

55 dias depois, voltamos a ter carro.

Vamos relatar o nosso acidente e que sirva de exemplo a muitas pessoas.

No dia 23 de Janeiro fomos ver o meu sobrinho que saia do Hospital de Santa Cruz para ir para o Hospital de Santana.
O parque de estacionamento do hospital estava escuro, mal iluminado.
No local destinado a ambulâncias estava uma carrinha branca com uma porta aberta e outra fechada.
Ao fazer marcha atrás o nosso carro embateu nessa carrinha mas não estava sequer perto da porta.
Saímos do carro a pensar que a origem do embate tivesse sido por fazermos marcha atrás em simultâneo.
Verificámos que não tinha sido isso e que a carrinha tinha uma plataforma aberta que saia para fora da porta e que se encontrava cerca de 2 metros fora da linha de estacionamento.
De dentro dessa carrinha saia um homem que estava a acondicionar um carro de esterilização.

Perante o insólito resolvemos chamar a PSP.
A PSP demitiu-se de tomar conta da ocorrência, chamou o outro condutor e conversou apenas com ele durante cerca de 2 minutos.
Nisto dirigem-se a nós e dizem que, perante os factos, os culpados éramos nós porque estávamos a tirar o carro do estacionamento, diante da nossa indignação foi-nos dito que uma coisa era a infracção ao código da estrada e outra diferente era o facto de sermos nós a colocar o carro em marcha, a sair de um lugar de estacionamento e que o melhor era mesmo fazer a declaração amigável.
Pedimos se nos arranjavam uma fita métrica, para conseguirmos tirar as medidas e colocarmos na declaração amigável, e disseram que não tinham.
Explicaram que quem teria de tomar conta da ocorrência seria  a policia de trânsito, que nesse momento não podiam, e iriam demorar porque estava noutra ocorrência e que por outro lado o parque era privado e que por isso a polícia não anotava a ocorrência.
O parque não é privado é um parque de utilização pública, de acesso livre de encargos.
Tirámos, de imediato diversas fotos, em diversas perspectivas,  que serviram de prova no processo.

Existiram diversas causas que proporcionaram o acidente
1º - O segurança do hospital não estava no seu posto de trabalho, pelo que não alertou o funcionário da empresa de transporte;
2º - O parque não tinha todas os candeeiros de iluminação acesos;
3º . Aquele lugar, onde estava a carrinha, era apenas reservado a ambulâncias,  as cargas e descargas tinha um local próprio;
4º - A carrinha de transporte encontrava-se em infracção do código da estrada em diversos pontos :
a) Estacionamento indevido;
b) Cargas e descargas em local impróprio;
c) Não havia indicação de que o veículo se encontrava a realizar cargas e descargas;
d) Só havia um funcionário a realizar o trabalho e esse encontrava-se dentro da carrinha;
e) A carrinha e a plataforma não estavam assinaladas com reflectores;
f) A carrinha saía cerca de dois metros da linha delimitadora de estacionamento;
g) A plataforma da carrinha era cinzenta, não era visível pelo óculo traseiro do nosso carro;
h) A plataforma saía para fora da linha da porta em 20 cm.

Depois da polícia nos ter indicado que éramos culpados, e face a toda a injustiça a que estávamos a ser sujeitos,  a falta de apoio das autoridades em tomar nota da ocorrência, resolvemos lutar e fazer um texto com todos os itens, suportados pelas fotos, que foi entregue logo no dia seguinte na nossa companhia de seguros.
O carro passou por 5 peritagens foi fotografado e medido vezes sem conta, chegaram a vir a nossa casa fazer uma das peritagens.
O arranjo orçou em cercada de 1800€.
As fotos de suporte, a forma como redigimos a ocorrência, apoiada no  suporte legal no código da estrada foram determinantes para que a companhia de seguros do terceiro fizesse a assumpção da culpa.

Resumindo o relato dos facto é muito importante, o suporte fotográfico também, mas acima de tudo acreditarmos na nossa razão e fazermos tudo para a provar que a temos, mesmo que as autoridades nos digam que somos os culpados do acidente. 

Afinal fizeram um julgamento superficial e apenas baseado no facto de que quem faz marcha atrás à saída de um lugar de estacionamento e embate noutro veículo é sempre culpado, ou seja nem olharam para os outros factos geradores do embate e que eram determinantes para a definição do culpado.
Esperamos que este nosso relato seja útil.

sábado, 16 de março de 2019

André Rieu - Altice Arena


A nossa expectativa era enorme, já por diversas vezes tínhamos pedido na página oficial que fosse realizado um concerto em Portugal.
Logo nas primeiras horas de 20 de Outubro tivemos o excelso cuidado de adquirir os nossos ingressos, pensámos que iriam esgotar em poucas horas. O que realmente nunca pensámos é que fossem esgotados 9 concertos em Portugal onde 100 mil pessoas vão ter a grata oportunidade de assistir a este fabuloso concerto.
Esta orquestra é fenomenal e o seu mentor é magnífico.
Somos espectadores assíduos dos vídeos e de toda a envolvência vivida num concerto de Rieu e da sua Johann Strauss Orchestra

"A Johann Strauss Orchestra é uma orquestra holandesa. A orquestra foi fundada como um grupo de doze membros em 1987 pelo maestro e violinista André Rieu. Mais tarde, a orquestra foi expandida e passou a conter entre quarenta e cinquenta membros".

Nunca pensámos no turbilhão de emoções que se vivem neste espectáculo ao vivo.
É, de facto, preciso sentir ao vivo e a cores um concerto de André Rieu, para apreciarmos a grandeza e o verdadeiro sentido destes concertos. É claro que vou continuar a ver os DVD's mas agora vou sentir o concerto relembrando as emoções do espectáculo ao vivo e vou com certeza viver esses momentos de uma forma diferente e ainda mais prazerosa.
Devíamos, todos, ter a grata oportunidade de assistir a um concerto de André Rieu, uma vez na vida.
Obrigada

terça-feira, 12 de março de 2019

A Severa: La Feria surpreende e apresenta um grande espectáculo!

Quase toda a gente sabe o que admiro "La Féria" .
Os seus espectáculos são sempre soberbos, cheios de criatividade e glamour que conquistam sempre os corações dos espectadores.
Pois é vem aí mais um que promete, como sempre, ser melhor que os anteriores.
Vamos assistir ao

 "A Severa" que estrei já amanhã com pomba e circunstancia.




"Severa- O Musical é o novo espectáculo de Filipe La Feria que estreia no Teatro Politeama a 13 de Março, para convidados, e a 14 de Março, para o público em geral. Este domingo, 10 de Março, assistiu-se a um ‘preview’ com público presente, muito vindo do Alentejo, naquilo que se pode considerar uma ante-estreia.
Azáfama e uma ansiedade antecederam este primeiro espectáculo da Severa- O Musical. Subida a cortina e acesas as luzes eis que é feito o enquadramento do espectáculo com os dados conhecidos sobre a Severa, Maria Severa Onofriana, nascida em 1820.
Essa história que nos é cantada por Almeida Garrett, interpretado por Carlos Quintas, e que nos permite depois ir descobrindo o amor de Custódia, um mendigo da Mouraria, por Severa e recuperar as noites na Taberna da Mouraria onde fadistas, mendigos, ladrões e marginais acabavam por cruzar-se.





Um espectáculo em que Filipe La Feria serve as emoções embebidas em cantos e melodias, no qual choramos e rimos, pensamos e sonhamos, mas acima de tudo no qual nos emocionamos por mais de duas horas. Um guarda-roupa bem escolhido, cenografia eficiente, um texto bem escrito, música de elevada categoria e um elenco bem escolhido e no qual se destacam algumas interpretações. Os figurinos têm assinatura, a ouro, de José Costa Reis.
Ricardo Soler, David Gomes e Filipe Albuquerque conseguem destacar-se com extraordinárias interpretações, Anabela (A Severa) tem também momento de grande qualidade bem como Dora (Marquesa de Saíde), conseguindo assim um destaque claro num elenco que conta com Bruno Xavier,  Fernando Gomes, Rui Vaz, Francisco Sobral, Yola Dinis, Cristina Oliveira, João Frizza, Paulo Miguel Ferreira, Catarina Pereira, João Albuquerque Alves, entre outros. Filipa Cardoso será, também, Severa e é grande a expectativa para a ver em palco.
 Neste espectáculo ficamos a conhecer a história curta mas intensa, Severa morreu nova, da cigana e primeira cantadeira de fado mas acima de tudo de uma mulher que nunca abdicou de ser quem era, nunca esqueceu raízes e nunca trocou o estatuto pelos ideais. Ajudou, inclusive, muitas gente na Mouraria e isso é destacado neste espectáculo. Filipe La Feria recorda as tabernas, o fado nas ruas e vielas, as touradas, entre estórias de um tempo em que o glamour e o povo viviam em mundos distintos.
Os bailarinos são peça chave neste espectáculo, quer pela dinâmica quer pela qualidade apresentada em palco.
Severa é considerada a primeira cantadeira de Fado e ao tempo foi transgressora até pela postura que teve. A sua história ganhou dimensão no romance de Júlio Dantas e que chegou ao cinema por Leitão de Barros. Portanto prepara-se para regressar ao século XIX e recordar, entre outros temas, a guerra entre liberais e absolutistas num misto de romantismo e acção. E irá perceber que o Amor é o Motor do Mundo, mesmo com vários grãos colocados na engrenagem.
Vai rir com a Severa a cantar para a fidalguia e a mostrar o que é uma mulher de tamancas da Mouraria, vai rir com ela presa e vai emocionar-se com o coração dela. Filipe La Feria potenciou isso ao máximo.

O espectáculo estará em cena de quarta a sexta pelas 21:30, ao sábado pelas 17:00 e 21:30 e ao domingo pelas 17:00."
In Infocult.pt
Photos Infocult.pt

sexta-feira, 8 de março de 2019

VIAJAR



Sabia que somente a partir de 1969 (Decreto n.º 49317) as mulheres portuguesas puderam viajar para o estrangeiro sem autorização do marido?